Enquanto o vírus Ébola ainda não está controlado, o que constitui um perigo para o
mundo e particularmente para Portugal, se os políticos insistirem
criminosamente em trazer doentes das zonas actualmente afectadas; surgiu
nos subúrbios de Lisboa, o surto de Legionella que rapidamente foi
debelado.
Logo de seguida, ainda em finais de Novembro, dá-se a conhecer
um surto de Brucelose, em Baião, por provável consumo de queijos
provenientes de leite não pasteurizado.
Agora surge, em Braga, um caso inicial de encefalopatia espongiforme
bovina, também conhecida como doença das vacas loucas ou BSE. Esta
doença é causada por imagine-se, uma proteína, designada prião ou
proteína infecciosa, que pode infectar vários outros animais mas também
humanos, e neste último caso, provocar uma variante da Doença de
Creutzfeldt-Jakob.
Para efeitos de biossegurança o vírus Ébola continua a
ser o mais temido pois ocupa o nível 4 de biossegurança, logo seguido
pela doença dos priões que ocupa o nível 3 mas tem um estatuto especial
por ainda se não conhecer bem o modo como uma proteína pode ser
transmitida, por exemplo pela via aérea, e depois vem a Brucelose com
nível 3 de biossegurança e finalmente a Legionella ocupa o nível 2 mas é
vigiada porque grupos de terroristas a poderiam usar de forma
estratégica.
Dia 22 de Dezembro de 2014 às 23:09
Comentários:
- Epá !!! As vacas do Minho andam loucas então !
- Isto vai ser como a Revolta da Maria da Fonte; começa no Minho e desce por aí abaixo até contaminar todo o Portugal..... - Estava a brincar.