Agora que a OMS se vai reunir para
avaliar o impacto do vírus Zika e que este, assim como o da febre
amarela, caminham em direcção ao controlo, surge um novo vírus para
afligir o mundo, o vírus do oeste do Nilo. A sua perigosidade ocupa o
nível 3 de biosegurança, ou seja o mesmo que o da dengue, febre amarela,
chikungunya, zika etc, portanto muito perigoso mas não no
máximo. Curiosamente o vírus do Nilo ocidental já infecta a população
dos EUA há alguns meses, sempre com os meios de comunicação em silêncio,
agora já se está a expandir para a Europa e África pelo que se torna
necessária a intervenção da Organização Mundial de Saúde com a
colaboração do European Center for Disease Control; o nível de alerta
não precisa de ser muito elevado mas o controlo tem de ser mais
apertado. Em 2004 Portugal teve cerca de 3 casos no Algarve e a Direcção
Geral da Saúde declarou, nessa ocasião, um alerta em Portugal; agora o
nível de alerta, nos EUA é mais elevado e na Europa e África como um
todo, também tem de ser considerado. O vírus do Nilo ocidental pertence à
família dos flavivírus, portanto da mesma família dos da febre amarela e
dengue mas o vírus do oeste do Nilo é transmitido por um mosquito Culex
ou Culicidae enquanto que o da dengue e febre amarela é transmitido
pelos mosquitos Aedes.
O mosquito Culex existe em todo o Portugal continental e ilha da Madeira, pelo que o risco de virmos a ter o vírus do Nilo ocidental em todo o Portugal é considerável por outro lado o mosquito Aedes albopictus estava reportado na orla costeira mediterranica de Espanha até ao estrito de Gibraltar no entanto penso que, este ano, já começou a colonizar Portugal pelo que a rede de vigilância a insectos terá, este ano, de redobrar a atenção; até porque as temperaturas foram mais elevadas. Na ilha da Madeira, está na altura de o governo providenciar o combate ao insecto aedes pois o risco é acrescido, não só para dengue como também para zika, chkungunya, febre amarela e até para o vírus do oeste do Nilo. A infecção pelo vírus do oeste do Nilo pode ser assintomática ou então ocorrer com um simples síndrome febril mas os sintomas podem-se complicar com encefalite e um quadro neurológico grave e irreversível.
O mosquito Culex existe em todo o Portugal continental e ilha da Madeira, pelo que o risco de virmos a ter o vírus do Nilo ocidental em todo o Portugal é considerável por outro lado o mosquito Aedes albopictus estava reportado na orla costeira mediterranica de Espanha até ao estrito de Gibraltar no entanto penso que, este ano, já começou a colonizar Portugal pelo que a rede de vigilância a insectos terá, este ano, de redobrar a atenção; até porque as temperaturas foram mais elevadas. Na ilha da Madeira, está na altura de o governo providenciar o combate ao insecto aedes pois o risco é acrescido, não só para dengue como também para zika, chkungunya, febre amarela e até para o vírus do oeste do Nilo. A infecção pelo vírus do oeste do Nilo pode ser assintomática ou então ocorrer com um simples síndrome febril mas os sintomas podem-se complicar com encefalite e um quadro neurológico grave e irreversível.
Dia 27 de Maio de 2016 às 23:30