Que o coronavirus constitui uma ameaça global à actual estrutura da vida humana no planeta – não há dúvidas!
Que as autoridades mundiais estão a tentar controlar o pânico social - não há dúvidas!
Que o coronavírus muito provavelmente se libertou de um laboratório de investigação de nível segurança máxima (BSL 4) - não há dúvidas! – por negligência? voluntariamente?
Segurança máxima significa exactamente isso: a máxima segurança que a humanidade é capaz de conseguir, nas actuais condições do seu desenvolvimento, face a ameaças biológicas; o oposto constitui o risco máximo com a ameaça máxima. O coronavírus 2019-CoV tem as carasticas de ameaça máxima identificada pelos cientistas, já antes o SARS-CoV e o MERS-CoV reuniam as carecteristicas de máxima ameaça porém a transmissibilidade do coronavírus 2019-CoV pelas vias respiratórias, inclusivamente no periodo de incubação, aumenta a contagiosidade e, por conseguinte, o nível de ameaça máxima dos seus antecessores: SARS-CoV e MERS-CoV, mais, estando associada com a inexistência de vacinas que o previnam nem medicamentos para a cura, assim como o desconhecimento das situações de imunidade no periodo pós infecção clínica, aumentam a incerteza, o risco, a ameaça ao ser humano.
As medidas de contenção, inclusivamente a quarentena da cidade de Wuhan, na China, com isolamento de 10.000.000 de habitantes, ou seja, Portugal inteiro; foram tardias, não estão a resultar e estão a iniciar-se os tumultos sociais nessa cidade; a quarentena de mais duas cidades vizinhas de Wuhan, com cerca de três vezes a população de Portugal inteiro, também não vai conter a progressão do vírus e vai aumentar os tumultos sociais. É a medida adequada mas foi tardia. Na Europa, a França e a Alemanha têm os dois focos maiores e mais significativos; por conseguinte; constitui um dever da OMS em conjugação com o ECDC e os respectivos governo desde já, imediatamente, limitar essas áreas com isolamento absoluto e impedimento do contacto com o resto da Europa e do Mundo a fim de tentar que a progressão viral seja mais lenta; constitui também uma obrigação da comunidade científica direccionar a investigação para a pesquisa da relação do coronavírus 2019-CoV com a enzima dipeptidil peptidase 4 (DPP-4) a fim de desenvolver o fármaco que tratará esta infecção. Efectivamente a vildagliptina e sitagliptina são apenas dois exemplos de fármacos, actualmente comercializados pela indústria farmacêutica, para Diabetes tipo II e que actuam na DPP-4; como a DPP-4 está implicada com a ligação do vírus às vias respiratórias, pois, esta enzima DPP-4 poderia ser, quimicamente, trabalhada no sentido de impedir o agravamento da infecção clínica com a pneumonia e morte.
Dia 3 de Fevereiro de 2020 às 00:04