Com a chegada da designada estação das chuvas nos
climas tropicais húmidos da Guiné, o numero de casos de infecção por
Ébola tem estado a aumentar. Apesar dos reforços que a Organização
Mundial de Saúde enviou para a Guiné Bissau e de Portugal ter começado a
preparar em Abril 2015 a resposta, tal não parece suficiente. Enviar
para os Emails dos profissionais dos Centros de Saúde de Lisboa e Vale
do Tejo o modo como se vestem e despem os fatos e roupas, e os procedimentos
usados na abordagem de um doente com Ébola, não é suficiente, tem de se
fazer mais; o combate tem de começar a montante, tem de se restringir,
por enquanto, as viagens para a Guiné Bissau e controlar os passageiros
daí provenientes, imediatamente à entrada em Portugal.
O vírus Ébola sofreu mutações pelo que, neste momento, circulam na Guiné três genomas diferentes do vírus, mas o pior é que parecem existir cinco focos de transmissão independente, cuja origem se desconhece, e pensa-se que novos focos poderão aparecer. Quando se perde ou desconhece a cadeia de transmissão epidemiológica o combate à propagação da doença torna-se extraordinariamente difícil. Entre as dezenas de novos doentes infectados na última semana, três são profissionais de saúde. A taxa de mortalidade continua muito elevada, dos 27.443 casos suspeitos e prováveis morreram 11.207. O facto de se desconhecer, na fronteira da Guiné Bissau, o modo como os novos casos contraíram a doença e alguns deles terem sido diagnosticados por analises laboratoriais, já depois da morte, leva a suspeitar que existirão muitos mais casos desconhecidos e o risco de alastrar é grande. Também os novos casos têm surgido em zonas urbanas e mais densamente povoadas, o que ainda eleva mais o risco. Por enquanto a situação não está totalmente fora de controlo mas o optimismo dos últimos meses agravou a probabilidade de se perder o controlo de expansão da doença. As medidas de recolher obrigatório entre as 6h da tarde e as 6h da manhã, que acabaram de ser impostas pelo governo local, poderão não ser suficientes. Com a Guiné Bissau, o risco alastra e agrava imediatamente em Cabo Verde, Angola e Portugal. Curiosamente quando este problema ocorreu no ano passado, na Libéria, terra de influência dos EUA, os meios de manipulação social não falavam de outra coisa; agora que se está a desenvolver nas terras da Franco-lusofonia, o mundo encontra-se em silencio.
O vírus Ébola sofreu mutações pelo que, neste momento, circulam na Guiné três genomas diferentes do vírus, mas o pior é que parecem existir cinco focos de transmissão independente, cuja origem se desconhece, e pensa-se que novos focos poderão aparecer. Quando se perde ou desconhece a cadeia de transmissão epidemiológica o combate à propagação da doença torna-se extraordinariamente difícil. Entre as dezenas de novos doentes infectados na última semana, três são profissionais de saúde. A taxa de mortalidade continua muito elevada, dos 27.443 casos suspeitos e prováveis morreram 11.207. O facto de se desconhecer, na fronteira da Guiné Bissau, o modo como os novos casos contraíram a doença e alguns deles terem sido diagnosticados por analises laboratoriais, já depois da morte, leva a suspeitar que existirão muitos mais casos desconhecidos e o risco de alastrar é grande. Também os novos casos têm surgido em zonas urbanas e mais densamente povoadas, o que ainda eleva mais o risco. Por enquanto a situação não está totalmente fora de controlo mas o optimismo dos últimos meses agravou a probabilidade de se perder o controlo de expansão da doença. As medidas de recolher obrigatório entre as 6h da tarde e as 6h da manhã, que acabaram de ser impostas pelo governo local, poderão não ser suficientes. Com a Guiné Bissau, o risco alastra e agrava imediatamente em Cabo Verde, Angola e Portugal. Curiosamente quando este problema ocorreu no ano passado, na Libéria, terra de influência dos EUA, os meios de manipulação social não falavam de outra coisa; agora que se está a desenvolver nas terras da Franco-lusofonia, o mundo encontra-se em silencio.
Dia 27 de Junho de 2015 às 17:32
Comentários:
- O cerco está a apertar, esperemos que não chegue a Portugal
- Tens razão amiga espero que não chegue a Portugal e este surto não se torne endémico.
Comentários:
- O cerco está a apertar, esperemos que não chegue a Portugal
- Tens razão amiga espero que não chegue a Portugal e este surto não se torne endémico.