Costumo esporadicamente, mas
com alguma frequência, no que respeita a quimiobiosseguraça, consultar o meu
site favorito sobre as preocupações da população, nos vários países do mundo.
Hoje dia 30-11-2015, assim fiz. Nos países desenvolvidos, a maior parte da
população está preocupada com o uso de gás lacrimogéneo, o que é natural, pois
trata-se de um químico de guerra que, não possuindo grande letalidade,
fragiliza e incapacita o inimigo ou adversário; ele
é usado sobretudo por polícias antimotins predominantemente nas alturas de
cimeiras mundiais e grande contestação social. No entanto Espanha e Itália têm
como maior preocupação o vírus Zika; espantosamente Portugal que corre um risco
gravíssimo nada tem noticiado sobre este vírus classificado no nível 3 de
biossegurança por poder causar lesões a pessoas individuais e à comunidade como
um todo. Os seus sintomas podem imitar uma síndrome gripal acompanhada de
exantema cutâneo maculopapular e artralgias mas sabe-se agora que no Brasil,
onde ocorre uma luta terrível contra este vírus, morreu recentemente uma pessoa
mas pior ainda, são imensas as mães que, tendo sido infectadas, tiveram filhos
mortos ou com microcefalia. Esta anomalia congénita cursa com atraso mental ou
outras perturbações neurológicas graves. Espantosamente, bem mais próximo, em
Cabo Verde, comunidade com estreitas relações de viagens com Portugal, há
referências a um surto por Zika que decorre desde o verão passado. O vírus
Zika, assim como o da Dengue e Chikungunya, transmitem-se através da picada de
um mosquito, o Aedes aegypti que existe no arquipélago da Madeira tendo já sido
responsável, por um surto de Dengue. Países como Espanha ou Itália, que correm
o risco de Chikungunya estão-se a preparar para o Zika; Portugal que tem na
Madeira um grave potencial desta doença, olha para o lado e assobia. ESTOU
ESPANTADO!
Dia 1 de Dezembro de 2015 às 00:04