Vivemos numa sociedade deprimida e
depressora. É a crise económica, social e de valores. É a exaltação do
egoísmo para o domínio do imaginário, como forma de defesa do ego; desse
egoísmo fantasiado mas nunca alcançado, nunca concretizado. Nesta
sociedade depressiva, as pessoas andam deprimidas, andam tristes,
apáticas, sentem uma sensação de vazio interior, uma sensação de
que não vale a pena; “eles podem tudo!”. “Eles!”, esse “eles” que
ninguém sabe quem são! Nesta sociedade deprimida, com as pessoas
deprimidas, a ideia de morte vai-se impondo; mais patente ou mais
latente, mas vai-se impondo. Essa tristeza que surge, por vezes sobre a
forma de irritabilidade, insónia e instabilidade emocional, vazio
interior; essa ideia de morte que pode surgir como um desejo de
desaparecer ou simplesmente de viajar, fugir de sí; sim fugir de sí para
sempre. É a depressão, é a sociedade da depressão. Nesta sociedade
deprimida, com as pessoas deprimidas, a ideia de morte ganha terreno, é a
eutanásia, é a morte de um ser humano provocada por outro ser humano.
Nessa morte provocada, quem a defende, sente que um pedaço de sí, a sua
própria pessoa, a sua própria identidade, também morre. Defende a morte
provocada quem quer morrer, mas não tem coragem para se suicidar. São as
tendências suicidas latentes, não patentes, que não afloram a
consciência da pessoa, não de uma forma clara, mas escondidas na morte
do outro. Defender a eutanásia mais não é do que um mecanismo de defesa
do ego, do egoísmo, da pessoa perturbada, doente, que quer morrer mas
não tem coragem para se suicidar e por isso, nesse mecanismo de defesa
do ego, caracterizado pela identificação projectiva, coloca no outro a
morte, como se a colocasse em sí própria; defende a morte do outro como
se ela própria morre-se também; sente a morte do outro como o próprio
suicídio. Esta é a sociedade da depressão. Progredindo da identificação
projectiva para a introjecção projectiva, a pessoa deprimida, numa
sociedade deprimida, projecta no outro a identidade do mau objecto que
interiorizou em sí própria, coloca no outro o mau objecto, mas coloca no
outro o objecto mau que ela própria sente ser ela própria, e por isso,
ao defender que a outra pessoa seja morta, numa eutanásia, defende a sua
própria morte, o seu próprio suicídio, ajudado por mãos alheias. Num
casal apaixonado, em plena paixão de amor, de vida, se alguém lhe for
falar de morte, ele simplesmente responde: - “esquece, vive a vida!”. Um
casal apaixonado não quer ouvir falar de morte mas sim de vida, não
pensa na morte mas sim na vida; não pensa no fim mas sim no princípio.
Um casal apaixonado pensa no próprio casal como um princípio de união,
de gerar filhos, de gerar vida, de ter um futuro. A sociedade de pais e
mães que deixem aos seus filhos a herança legalizada da eutanásia, é uma
sociedade de progenitores assassinos que não amam os próprios filhos,
que apenas lhes deixam a herança da morte provocada, mais uma série de
dívidas para pagar. Pensar a morte é o património da depressão, uma
sociedade que pensa na morte, uma sociedade que defende a morte é uma
sociedade deprimida! É uma sociedade suicida! É uma sociedade sem
filhos, sem futuro!
Nada justifica a morte. Nada justifica que se morra para salvar o império, a pátria, ou simplesmente combater a infelicidade e o sofrimento. Talvez a única causa que justificasse a própria morte, fosse com isso salvar a vida dos próprios filhos, e ainda essa é controversa. A ideologia da eutanásia procura despersonalizar as pessoas, retirar-lhes a identidade pessoal, para que desvalorizem a sua própria vida em favor da felicidade, algo que não existe nem nunca se alcançará. Os líderes políticos, defensores da eutanásia, sabem bem que com isso, estão a favorecer criminosos que matarão pessoas para lhes extrair os órgãos que depois serão comercializados no tráfico do mercado negro para transplante. Calcula-se que o tráfico de órgãos humanos para transplante, no mercado negro, mobilizará mais dinheiro, mais capital do que o tráfico de droga e armas. Os traficantes de órgãos humanos, investem na propaganda a favor da eutanásia para mais facilmente poderem extrair os órgãos dos eutanasiados mortos e legalizar o respectivo mercado de órgãos humanos, cujas rotas de distribuição controlam. Pretendem matar os pobres e desinformados para lhes extrair os órgãos que irão vender aos ricos que deles necessitem para transplante; aliás, já compram órgãos a baixo custo aos pobres e por vezes até os mutilam e matam clandestinamente, por enquanto em países pobres, para lhes extrair os órgãos que serão comercializados e usados por ricos que deles precisam mas com a eutanásia, querem legalizar esse mercado global. Primeiro utilizam os meios de comunicação para deprimir a sociedade, depois, numa sociedade deprimida tentam legalizar a eutanásia para mais tarde legalizar o comércio de órgãos humanos.
Nada justifica a morte. Nada justifica que se morra para salvar o império, a pátria, ou simplesmente combater a infelicidade e o sofrimento. Talvez a única causa que justificasse a própria morte, fosse com isso salvar a vida dos próprios filhos, e ainda essa é controversa. A ideologia da eutanásia procura despersonalizar as pessoas, retirar-lhes a identidade pessoal, para que desvalorizem a sua própria vida em favor da felicidade, algo que não existe nem nunca se alcançará. Os líderes políticos, defensores da eutanásia, sabem bem que com isso, estão a favorecer criminosos que matarão pessoas para lhes extrair os órgãos que depois serão comercializados no tráfico do mercado negro para transplante. Calcula-se que o tráfico de órgãos humanos para transplante, no mercado negro, mobilizará mais dinheiro, mais capital do que o tráfico de droga e armas. Os traficantes de órgãos humanos, investem na propaganda a favor da eutanásia para mais facilmente poderem extrair os órgãos dos eutanasiados mortos e legalizar o respectivo mercado de órgãos humanos, cujas rotas de distribuição controlam. Pretendem matar os pobres e desinformados para lhes extrair os órgãos que irão vender aos ricos que deles necessitem para transplante; aliás, já compram órgãos a baixo custo aos pobres e por vezes até os mutilam e matam clandestinamente, por enquanto em países pobres, para lhes extrair os órgãos que serão comercializados e usados por ricos que deles precisam mas com a eutanásia, querem legalizar esse mercado global. Primeiro utilizam os meios de comunicação para deprimir a sociedade, depois, numa sociedade deprimida tentam legalizar a eutanásia para mais tarde legalizar o comércio de órgãos humanos.
Dia 9 de Março de 2016 às 23:31